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Terezinha Guilhermina

Foi dada a largada para as Paralimpíadas, o evento esportivo mais inspirador do mundo. Atletas de 170 países competem em 23 modalidades, na maior edição dos Jogos da história.


Prepare-se para 16 momentos imperdíveis dos Jogos Paralímpicos do Rio:

Natação

Talvez nenhum atleta paralímpico brasileiro é mais iluminado que Daniel Dias. O nadador é dez vezes campeão e espera aumentar a coleção de ouros no Rio, onde compete em diversas provas, como 100m peito, 50m borboleta e 50m livre, na classe S5.

André Brasil, nadador da classe S10, é outro atleta que promete aumentar a coleção de medalhas. Ele já tem três ouros e duas pratas.

Basquete em cadeira de rodas

Austrália e Canadá dominam a modalidade e já se encontram logo na fase de grupos. O Canadá foi ouro em Atenas 2004 e em Londres 2012, vencendo a Austrália, que levou a melhor sobre os canadenses em Pequim 2008.

Atletismo

O brasileiro Alan Fonteles calou a plateia em Londres 2012 ao vencer o favorito Oscar Pistorius na prova de 100m, classe T43 (para amputados). No Rio, Fonteles defende o bicampeonato. Terezinha Guilhermina é outra que promete fazer história.

Terezinha Guilhermina é outra brasileira que promete fazer história nas pistas de corrida. Com a chancela de quem já foi guiada por ninguém menos que Usain Bolt, ela é uma das atletas mais vibrantes do mundo e só precisa tomar cuidado com a chinesa Cuiqing Lu.

Esgrima em cadeira de rodas

Quando o brasileiro Jovane Silva Guissone, ouro em Londres 2012, sacar sua espada, a expectativa é de mais um triunfo, agora em casa.

Vôlei Sentado

O maior clássico da modalidade acontece quando Irã e Bósnia-Herzegovina se enfrentam. Os dois países fazem a final do esporte desde Sydney 2000. No Rio, não deve ser diferente. O Brasil, no grupo A, é dono das medalhas de ouro dos Jogos Parapanamericanos de 2011 e 2015.

Futebol de 5

Favoritismo é o que não falta ao Brasil. O país ganhou ouro em todas as edições paralímpicas do Futebol de 5 e nunca perdeu, sequer, uma partida! No Rio, Brasil, Marrocos, Irã e Turquia competem no Grupo A; no grupo B estão Argentina, México, China e Rússia.

Tênis de mesa

Uma das pouquíssimas atletas que competem tantos nos Jogos Olímpicos como nos Paralímpicos é a polonesa Natalia Partyka. Para sacar, a atleta, que nasceu sem a mão e o antebraço direitos, apoia a bolinha no braço e usa a raquete com a mão esquerda. Três vezes campeã Paralímpica, ela não perde uma partida desde 2008.

Goalball

Em um dos esportes mais fascinantes dos Jogos, o favorito Brasil promete acertar as contas com a Finlândia e vingar a derrota por 8 a 1 na disputa pelo ouro em Londres. O Brasil ganhou de 9 a 1 dos finlandeses no campeonato mundial de 2014.

Ciclismo

A ciclista Sarah Storey é a maior vencedora Paralímpica da Grã Bretanha e também já competiu na natação, modalidade que rendeu a ela cinco ouros, oito pratas e três bronzes. No ciclismo, Sarah deve fazer valer o favoritismo e conquistar o sétimo ouro.

Judô

O judoca brasileiro Antônio Tenório é o primeiro a ganhar quatro ouros Paralímpicos consecutivos e está preparado para partir rumo à quinta conquista, desta vez em casa.

Halterofilismo

O Rio de Janeiro pode ser o palco de uma quebra de recorde histórica. O iraniano Siamand Rahman, considerado o atleta Paralímpico mais forte do mundo, espera bater a marca de 300kg e garantir o ouro na categoria acima dos 100kg. O atleta quebrou o próprio recorde este ano, na Copa do Mundo de Dubai, com 296kg – e espera manter o título de campeão conquistado em Londres 2012.

Tiro com Arco

A primeira iraniana a conquistar uma medalha em Jogos Olímpicos e Paralímpicos vai estar no Rio, competindo no Tiro com Arco. Zahra Nemati vai defender o título nesta edição. Ela, porém, já medalha de ouro em inspirar outras mulheres.

Tiro Esportivo

São 17 medalhas de ouro desde que Jonas Jacobsson começou a competir nos Jogos Paralímpicos, em 1980, quando tinha penas 15 anos. Esta deve ser a última participação dele em Paralimpíadas e provavelmente vai terminar em vitória.