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Jogos Paralímpicos

Difícil escolher entre Daniel Dias, Shirlene Coelho, Petrúcio Ferreira, Jefinho (foto) e tantos outros paratletas brasileiros que ajudaram a escrever a história do país nos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Na verdade, todos já são dignos de medalha pelo que representam para o esporte nacional. Mas, como em toda competição, só há um vencedor.

O Comitê Paralímpico Brasileiro divulgou a lista com os vencedores do prêmio de melhor atleta de 2016 em cada uma das 22 modalidades que integraram o programa dos Jogos Paralímpicos. Seis deles, três homens e três mulheres, foram indicados ao Prêmio Paralímpicos 2016, cujos vencedores de cada gênero serão escolhidos por voto popular.

Daniel Dias se emociona com um dos quatros ouros que ganhou no Rio 2016 | ©Cleber Mendes/MPIX/CPB
Daniel Dias se emociona com um dos quatros ouros que ganhou no Rio 2016 | ©Cleber Mendes/MPIX/CPB

É um time de respeito: Daniel Dias (natação), Petrúcio Ferreira (atletismo), Jeferson Gonçalves (futebol de 5); Silvânia Costa (salto em distância), Shirlene Coelho (lançamento de dardo) e Evani Calado (bocha).

Os nomes foram escolhidos pela diretoria do CPB, a chefia técnica e as confederações esportivas. Os vencedores serão homenageados na cerimônia do Prêmio Paralímpicos 2016, marcada para 7 de dezembro, no Rio de Janeiro. Também serão premiados os melhores técnicos de esporte individual e coletivo, o atleta revelação e a personalidade que mais contribuiu para o desenvolvimento do esporte paralímpico em 2016, por meio do troféu Aldo Miccolis.

Há mesmo muito o que comemorar em 2016! O ano foi de recordes para o esporte paralímpico brasileiro. O país levou a maior delegação a uma Paralimpíada e celebrou em casa a conquista de 72 medalhas em treze modalidades, sete a mais que em Londres-2012. Foram batidos cinco recordes mundiais, 10 paralímpicos, 35 das Américas e 93 marcas pessoas pelos atletas brasileiros.

Os indicados

Daniel Dias é um dos atletas mais queridos e conhecidos pelo público. Nadador paralímpico com mais conquistas em Jogos Paralímpicos, subiu ao pódio em todas as nove provas que disputou no Rio 2016.

Jeferson Gonçalves, o Jefinho, é um dos craques da Seleção Brasileira de futebol de 5, que conquistou o quarto ouro consecutivo no Rio 2016. Jefinho, como é conhecido, foi o artilheiro da equipe na competição.

Petrúcio Ferreira é um dos jovens talentos da Seleção de Atletismo. Em menos de dois anos de carreira, sagrou-se campeão paralímpico nos 100m no Rio de Janeiro e virou dono dos recordes mundiais dos 100m e dos 200m em sua classe, T47.

Foto: Alaor Filho/MPIX/CPB
Shirlene Coelho em ação no lançamento de dardo | Foto: Alaor Filho/MPIX/CPB

Shirlene Coelho manteve a soberania no lançamento de dardo, ao alcançar o bicampeonato paralímpico na prova. Ela ainda levou uma prata no lançamento de disco.

Silvânia Costa é a atual recordista mundial e campeã mundial e paralímpica no salto em distância classe T11. No Rio 2016, a atleta do Mato Grosso do Sul fez sua estreia em Jogos Paralímpicos da melhor maneira possível, conquistando o ouro na prova em que é especialista.

Evani Calado entrou para a história da bocha brasileira, ao subir ao lugar mais alto do pódio ao lado de Antônio Leme e Evelyn Vieira na disputa por equipes BC3 no Rio.

A lista completa dos atletas vencedores em todas as 22 modalidades pode ser conferida no site do CPB.

O Brasil não alcançou a meta de ficar no Top 5 dos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Mesmo assim, não há o que lamentar. O país conquistou o maior número de medalhas da história. Foram 72, muito além da marca anterior de 47 pódios em Pequim-2008 e 67% a mais que o total de medalhas conquistadas em Londres-2012.

O Brasil melhorou (e muito!) a capilaridade das vitórias e subiu ao pódio em 13 esportes, quatro deles de forma inédita: ciclismo, canoagem, vôlei sentado e halterofilismo. Em Londres, o país havia ganhado medalhas apenas em sete esportes.

Veja DEZ motivos para comemorar a campanha brasileira nas Paralimpíadas do Rio:

01: Atletismo

Esta edição dos Jogos coroou a surpreendente evolução do atletismo paralímpico brasileiro. O país conquistou 33 medalhas, quase o dobro de Londres-2012. A crescente brasileira vem desde Sidney-2000, quando o Brasil trouxe nove medalhas para casa. Em Atenas-2004 foram 16 e em Pequim, 15. Como nem tudo são flores, o resultado poderia ter sido ainda mais expressivo se não fosse o conturbado ciclo olímpico de Alan Fonteles, que acabou não correspondendo às expectativas nas provas individuais.

02: Natação

A Rio 2016 fez de Daniel Dias uma lenda viva do esporte paralímpico. O nadador conquistou medalhas em todas as nove provas que disputou, sendo quatro ouros, três pratas e dois bronzes. Como se não bastasse a marca específica nestes Jogos, Daniel chegou a 24 medalhas na carreira e se tornou o maior nadador paralímpico da história. O Brasil ainda ganhou outras dez medalhas na natação paralímpica, 19 no total, cinco a mais que em Londres-2012.Canoagem: o Brasil largou bem na estreia da canoagem nos Jogos Paralímpicos. Caio Ribeiro escreveu o nome do país na história com o bronze na classe KL3.

03: Ciclismo

O Brasil ainda não tinha medalhas no ciclismo paralímpico. Quando aconteceu, vieram logo duas conquistas. Lauro Chaman foi prata na prova de estrada C5 e bronze no contrarrelógio C4 e C5. A Rio 2016 também marcou a estreia brasileira nas provas femininas, com Jady Malavazzi, classe H3 (handbike), e Márcia Fanhani, classe Tandem (para cegas).

05: Futebol de 5
Os jogadores brasileiros de Futebol de 5 comemoram o quarto ouro consecutivo em Paralimpíadas. Foto: Alaor Filho/MPIX/CPB
Os jogadores brasileiros de Futebol de 5 comemoram o quarto ouro consecutivo em Paralimpíadas. Foto: Alaor Filho/MPIX/CPB

A superioridade absoluta do Brasil na modalidade não é novidade. Afinal, são quatro edições, quatro ouros e nenhum jogo perdido, feito com poucos paralelos no esporte mundial. Mesmo assim, é preciso comemorar. O ouro no Rio consagrou ainda mais craques como Jefinho e Ricardinho. Pelo menos na modalidade de 5, o Brasil ainda é o país do futebol!

06: Halterofilismo

O Brasil entrou no mapa da modalidade com Evânio Rodrigues. Dono do primeiro pódio brasileiro em Jogos Paralímpicos, ele levantou uma barra de 210kg e ficou com a prata na categoria até 88kg. Bruno Carra ainda bateu na trave. O atleta levantou os mesmos 162kg do medalhista de bronze na categoria até 54kg, mas, perdeu o pódio nos critérios de desempate (peso corporal mais alto que o adversário).

07: Judô

Antônio Tenório se despediu em grande estilo das Paralimpíadas. O atleta conquistou a prata e soma um total de seis medalhas em seis participações: quatro ouros, uma prata e um bronze. Além da conquista de Tenório, o judô paralímpico brasileiro ainda conquistou outras três medalhas de prata.

08: Vôlei Sentado

Uma das conquistas mais emblemáticas do time brasileiro nos Jogos Rio 2016! O time feminino do Brasil ganhou a primeira medalha do país na modalidade. Depois de uma campanha invicta na primeira fase, a equipe foi derrotada nas semifinais pelos Estados Unidos, mas venceu a decisão pelo bronze por 3 sets a 0 contra a Ucrânia.

09: Tênis de Mesa

Pela primeira vez, o Brasil alcançou medalhas em disputas individuais na modalidade. Israel Stroh foi prata na classe 7 e Bruna Alexandre conquistou o bronze na classe 10. Ainda vieram dois bronzes, do time masculino, nas classes 1 e 2, e do feminino, nas categorias 6 a 10.

10: Visibilidade que vale ouro

O décimo motivo para comemorar a campanha brasileira nos Jogos Paralímpicos Rio 2016 não é bem uma medalha, mas vale ouro! Mais de 2 milhões de ingressos foram vendidos, marca menor apenas que a registrada em Londres-2012, quando 2,8 milhões de entradas foram comercializadas. A visibilidade que os Jogos trouxeram para as modalidades paralímpicas não tem preço e já são um dos legados que a Paralimpíada vai deixar para o esporte brasileiro.

Normalmente, um esporte tem as características convencionais adaptadas para ser praticado por quem tem alguma deficiência. No caso do Goalball, a lógica foi inversa. O esporte foi criado exclusivamente para ser praticado por cegos. A ideia foi do austríaco Hanz Lorezen e do alemão Sepp Reindle, que criaram em 1946 a nova modalidade para inserir no universo do esporte veteranos da Segunda Guerra Mundial que perderam a visão. Trinta anos mais tarde, o Goalball já se apresentava como esporte de exibição, em Toronto-1976, e foi inserido no programa Paralímpico em Arnhem-1980.

O Brasil só despertou para o esporte em 1985, mas a ascensão na modalidade foi relativamente rápida. Dez anos depois, a seleção brasileira já era prata no Parapan de Buenos Aires. A estreia em Paralimpíadas aconteceu em Pequim-2008 e a inédita medalha chegou em 2012, com a prata em Londres

Veja como se joga o Goalball:

Este infográfico mostra todas as regras do Goalball em detalhes para ninguém ficar perdido na hora de acompanhar a seleção brasileira nos Jogos Paralímpicos Rio 2016!

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Fonte: Ministério do Esporte

 

Se você ainda não se recuperou da depressão pós-Olimpíadas é hora de se animar: os Jogos Paralímpicos Rio 2016 começam esta semana! Mais de quatro mil atletas estão a postos para dar início a uma competição que promete quebra de recordes, superação de limites e muitas alegrias para os brasileiros.

As primeiras Paralimpíadas organizadas foram disputadas em Roma, Itália, no ano de 1960, e contou com 400 atletas de 23 países. O Brasil estreou nos Jogos somente em 1972, na Alemanha. A delegação brasileira tinha 20 atletas, que competiram no tiro com arco, no atletismo, na natação e no basquete em cadeira de rodas.

Você sabe o básico para acompanhar o evento e comentar com os amigos sem passar vergonha? Aqui vão sete curiosidades que você precisa saber para ficar inteirado sobre o assunto.

1. Reinado Paralímpico

Trischa Zorn quebrou oito recordes mundiais ao longo da carreira. Foto: Getty Images
Trischa Zorn quebrou oito recordes mundiais ao longo da carreira. Foto: Getty Images

O trono das Paralimpíadas tem dono e a rainha é a americana Trischa Zorn, que possui nada mais nada menos que 46 medalhas, sendo 32 ouros, na natação. Nos primeiros Jogos que participou, em 1980, Zorn ganhou TODOS os ouros que disputou. Hoje, aos 52 anos, ela é professora da Universidade de Nebraska, nos EUA, onde estudou.

2. Símbolo paralímpico

Escultura do símbolo paralímpico inaugurada recentemente na praia de Copacabana. Foto: Agência Brasil
Escultura do símbolo paralímpico inaugurada recentemente na praia de Copacabana. Foto: Agência Brasil

Apesar de serem realizados na mesma sede e em datas próximas, os Jogos Olímpicos e Paralímpicos são competições diferentes e, assim, possuem lemas e símbolos distintos. O que representa as Paralimpíadas não são os anéis olímpicos, mas, sim, o Agito, símbolo que significa “eu movo” em Latim e possui três meio círculos, um verde, um vermelho e outro azul. O lema dos Jogos, usado desde Atenas 2004, é Spirit in Motion (Espírito em Movimento).

3. Visão de atleta

Os goleiros Vinícius e Luan, da seleção brasileira de futebol de 5, com o técnico Fábio ao centro. Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CPB
Os goleiros Vinícius e Luan, da seleção brasileira de futebol de 5, com o técnico Fábio ao centro. Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CPB

Os únicos atletas sem deficiências que participam das Paralímpicas são os guias de corredores cegos, no Atletismo, e os goleiros de Futebol de 5, esporte que tem jogadores de linha com deficiência visual, mas o arqueiro possui visão normal. Mesmo assim, não se enganem, frangos podem acontecer!

4. Lá e cá

A iraniana Zahra Nemati competindo no Rio. Foto: Rio 2016/REPRODUÇÃO
A iraniana Zahra Nemati competindo no Rio. Foto: Rio 2016/REPRODUÇÃO

Somente três atletas terão o privilégio de competir tantos nos Jogos Olímpicos quanto nos Paralímpicos Rio 2016. Duas são do tênis de mesa, a polonesa Natalia Partyka, que nasceu sem a mão e parte do antebraço direitos, e a australiana Melissa Tapper, que tem uma paralisia nos nervos superiores dos braços. A outra atleta é a cadeirante iraniana Zahra Nemati, do tiro com arco. Todas tem muita história para contar!

Natalia é tricampeã paralímpica e foi a atleta mais jovem a disputar uma Olimpíada, em Sidney 2000, quando tinha apenas 11 anos. Tapper conquistou o quarto lugar em Londres 2012, competiu por equipes e individual nas Olimpíadas do Rio e agora vai em busca de sua primeira medalha paralímpica. Já Zahra é a primeira mulher iraniana a conquistar um ouro tanto nos Jogos Olímpicos quanto Paralímpicos. Em Londres 2012 ela foi campeã na prova W1/W2 de tiro e bronze por equipes.

5. Bomba

Fraude dos atletas espanhóis é considerada um dos maiores escândalos da história do esporte. Foto: Youtube/Reprodução
Fraude dos atletas espanhóis é considerada um dos maiores escândalos da história do esporte. Foto: Youtube/Reprodução

A maior polêmica da história das Paralimpíadas aconteceu em Sidney 2000. A seleção espanhola de basquete montou um time com pelo menos 10 atletas que fingiram ser deficientes intelectuais, uma fraude sem precedentes que abalou o universo paralímpico.  A Espanha ganhou o ouro, mas foi obrigada a devolver as medalhas quando a farsa foi descoberta. O fato acabou prejudicando todos os atletas com deficiência intelectual, que foram banidos dos Jogos pelo Comitê Paralímpico Internacional. A decisão só foi revertida em 2012, quando voltaram a competir em algumas modalidades.

6. Agenda cheia

A natação, esporte do multicampeão Daniel Dias, é uma das modalidades que mais possui categorias paralímpicas, um total de 14. Foto: Jonne Roriz/MPIX/CPB
A natação, esporte do multicampeão Daniel Dias, é uma das modalidades que mais possui categorias paralímpicas, um total de 14. Foto: Jonne Roriz/MPIX/CPB

Em 11 dias de competições serão disputadas 23 modalidades e 528 provas, quase o dobro de competições que nas Olimpíadas, quando 306 provas valeram medalhas. O número mais alto de disputadas se deve às inúmeras classes que definem o tipo de deficiência do atleta para determinar a prova da qual ele vai participar.

7. Expertise paralímpica

Os brasileiros Dirceu Pinto e Eliseu dos Santos, atuais campeões paraolímpicos nas duplas. Foto: CPB/Divulgação
Os brasileiros Dirceu Pinto e Eliseu dos Santos, atuais campeões paralímpicos nas duplas. Foto: CPB/Divulgação

As Paralimpíadas tem dois esportes exclusivos, o goalball e a bocha. No goalball, o objetivo do jogo, que é praticado por cegos, é arremessar a bola com as mãos contra o gol adversário. Já na bocha a dinâmica do jogo é lançar as bolas coloridas o mais perto possível da bola de referência, que normalmente é branca.

Foi dada a largada para as Paralimpíadas, o evento esportivo mais inspirador do mundo. Atletas de 170 países competem em 23 modalidades, na maior edição dos Jogos da história.


Prepare-se para 16 momentos imperdíveis dos Jogos Paralímpicos do Rio:

Natação

Talvez nenhum atleta paralímpico brasileiro é mais iluminado que Daniel Dias. O nadador é dez vezes campeão e espera aumentar a coleção de ouros no Rio, onde compete em diversas provas, como 100m peito, 50m borboleta e 50m livre, na classe S5.

André Brasil, nadador da classe S10, é outro atleta que promete aumentar a coleção de medalhas. Ele já tem três ouros e duas pratas.

Basquete em cadeira de rodas

Austrália e Canadá dominam a modalidade e já se encontram logo na fase de grupos. O Canadá foi ouro em Atenas 2004 e em Londres 2012, vencendo a Austrália, que levou a melhor sobre os canadenses em Pequim 2008.

Atletismo

O brasileiro Alan Fonteles calou a plateia em Londres 2012 ao vencer o favorito Oscar Pistorius na prova de 100m, classe T43 (para amputados). No Rio, Fonteles defende o bicampeonato. Terezinha Guilhermina é outra que promete fazer história.

Terezinha Guilhermina é outra brasileira que promete fazer história nas pistas de corrida. Com a chancela de quem já foi guiada por ninguém menos que Usain Bolt, ela é uma das atletas mais vibrantes do mundo e só precisa tomar cuidado com a chinesa Cuiqing Lu.

Esgrima em cadeira de rodas

Quando o brasileiro Jovane Silva Guissone, ouro em Londres 2012, sacar sua espada, a expectativa é de mais um triunfo, agora em casa.

Vôlei Sentado

O maior clássico da modalidade acontece quando Irã e Bósnia-Herzegovina se enfrentam. Os dois países fazem a final do esporte desde Sydney 2000. No Rio, não deve ser diferente. O Brasil, no grupo A, é dono das medalhas de ouro dos Jogos Parapanamericanos de 2011 e 2015.

Futebol de 5

Favoritismo é o que não falta ao Brasil. O país ganhou ouro em todas as edições paralímpicas do Futebol de 5 e nunca perdeu, sequer, uma partida! No Rio, Brasil, Marrocos, Irã e Turquia competem no Grupo A; no grupo B estão Argentina, México, China e Rússia.

Tênis de mesa

Uma das pouquíssimas atletas que competem tantos nos Jogos Olímpicos como nos Paralímpicos é a polonesa Natalia Partyka. Para sacar, a atleta, que nasceu sem a mão e o antebraço direitos, apoia a bolinha no braço e usa a raquete com a mão esquerda. Três vezes campeã Paralímpica, ela não perde uma partida desde 2008.

Goalball

Em um dos esportes mais fascinantes dos Jogos, o favorito Brasil promete acertar as contas com a Finlândia e vingar a derrota por 8 a 1 na disputa pelo ouro em Londres. O Brasil ganhou de 9 a 1 dos finlandeses no campeonato mundial de 2014.

Ciclismo

A ciclista Sarah Storey é a maior vencedora Paralímpica da Grã Bretanha e também já competiu na natação, modalidade que rendeu a ela cinco ouros, oito pratas e três bronzes. No ciclismo, Sarah deve fazer valer o favoritismo e conquistar o sétimo ouro.

Judô

O judoca brasileiro Antônio Tenório é o primeiro a ganhar quatro ouros Paralímpicos consecutivos e está preparado para partir rumo à quinta conquista, desta vez em casa.

Halterofilismo

O Rio de Janeiro pode ser o palco de uma quebra de recorde histórica. O iraniano Siamand Rahman, considerado o atleta Paralímpico mais forte do mundo, espera bater a marca de 300kg e garantir o ouro na categoria acima dos 100kg. O atleta quebrou o próprio recorde este ano, na Copa do Mundo de Dubai, com 296kg – e espera manter o título de campeão conquistado em Londres 2012.

Tiro com Arco

A primeira iraniana a conquistar uma medalha em Jogos Olímpicos e Paralímpicos vai estar no Rio, competindo no Tiro com Arco. Zahra Nemati vai defender o título nesta edição. Ela, porém, já medalha de ouro em inspirar outras mulheres.

Tiro Esportivo

São 17 medalhas de ouro desde que Jonas Jacobsson começou a competir nos Jogos Paralímpicos, em 1980, quando tinha penas 15 anos. Esta deve ser a última participação dele em Paralimpíadas e provavelmente vai terminar em vitória.