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Reportagem

Vinte e cinco atletas e 21 medalhas: este foi o saldo do Brasil no Mundial de Atletismo Paralímpico, que terminou no último domingo (23), em Londres. Foram oito ouros, sete pratas e seis bronzes. A performance colocou o país no 9º lugar no quadro geral, liderado pela China, maior potência paralímpica do mundo. Os asiáticos somaram 65 medalhas (30 de ouro) e foram seguidos pelos Estados Unidos, com 59 medalhas (20 de ouro), e pela Grã-Bretanha, que com 39 pódios (18 de ouro).

Veja cinco fatos que mostram como a participação brasileira foi positiva:

01 – 24 dos 25 atletas convocados foram finalistas em pelo menos uma prova.

02 – Os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 estão logo ali e o Brasil pode esperar muito de seus paratletas jovens. Por exemplo, Petrúcio Ferreira, de 20 anos, que levou dois ouros (100m e 200m, T47); Daniel Tavares, de 21 anos, ouro nos 400m, T20; e Mateus Evangelista, 23, dono de três pódios (ouro nos 100m, T36; e prata nos 200m e no salto em distância, T37).

03 – Os veteranos ainda estão competindo em alto nível, o que faz da equipe forte e equilibrada. Yohansson Nascimento, 29, e Alessandro Rodrigo, 32, por exemplo, se mantiveram entre os melhores do mundo e conquistaram, respectivamente, duas pratas (100m e 200m, T47) e um ouro (lançamento de disco, F11).

Yohansson Nascimento nos 100m T47 Foto: Daniel Zappe/MPIX/CPB
Yohansson Nascimento nos 100m T47
Foto: Daniel Zappe/MPIX/CPB

04 – O Brasil manteve os bons resultados nas provas de campo, mesmo com a aposentadoria de ícones como a bicampeã paralímpica Shirlene Coelho. O país conquistou sete medalhas nestas disciplinas, que englobam saltos, arremesso e lançamentos. Foram quatro ouros, duas pratas e um bronze.

05 – O Time Brasil manteve o mesmo número de ouros, mas com menos representantes, se comparado ao último mundial. No Qatar, em 2015, o Brasil levou 40 atletas e também conquistou oito ouros.

Só um ponto negativo precisa ser destacado: apenas uma mulher saiu de Londres com medalha! A mineira Izabela Campos levou prata no lançamento de dardo, F11, e bronze no lançamento de disco, também F11. O resultado é indicativo de que é preciso investir mais no Atletismo Paralímpico feminino.

Fala, presidente!

“Nós estabelecemos uma estratégia diferente para este início do ciclo. Criamos índices extremamente fortes e desafiadores e todos os atletas que vieram a Londres tinham, ao menos, a terceira marca do ranking mundial, o que os colocava em posição de ganhar medalhas. Certamente este evento vai nortear o início deste ciclo e a participação até Tóquio”, afirma Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.

Esta foi a oitava edição do Mundial de Atletismo Paralímpico. Cerca de 1.300 atletas de 85 países disputam as 202 medalhas, todas no Estádio Olímpico de Londres. Confira todos os medalhistas do Brasil no Mundial Paralímpico de Atletismo:

🥇 OURO

Mateus Evangelista – 100m, classe T36

Petrúcio Ferreira – 100m, classe T47

Petrúcio Ferreira – 200m, classe T47 (com quebra de recorde mundial)

Daniel Tavares – 400m, classe T20

Alessandro Silva – Lançamento de disco, classe F11

André Rocha – Lançamento de disco, classe F52

Thiago Paulino – Lançamento de disco, classe F57

Thiago Paulino – Arremesso de peso, classe F57

🥈 PRATA

Yohansson Nascimento – 100m, classe T47

Yohansson Nascimento – 200m, classe T47

Mateus Evangelista – 200m, classe T37

Mateus Evangelista – Salto em distância, classe T37

Jonas Licurgo – Lançamento de dardo, classe F55

Rodrigo Parreira – Salto em distância, classe T36

Izabela Campos – Lançamento de dardo, classe F11

🥉 BRONZE

Rodrigo Parreira – 100m, classe T36

Rodrigo Parreira – 200m, classe T36

Edson Pinheiro – 100m, classe T38

Fábio Bordignon – 200m, classe T35

Ricardo Costa – Salto em distância, classe T11

Izabela Campos – Lançamento de disco, classe F11

Uma quadra de rua, três jogadores de cada lado, vestidos com camisetas largas, movimentos intensos, curiosos vidrados nas jogadas… A cena parece bem familiar para os amantes de seriados americanos. Mas não tem muito espaço nas ruas brasileiras, onde os campinhos de futebol improvisados com Havaianas ainda resistem ao trânsito cada vez mais caótico.

A verdade é que vamos ter que nos familiarizar com o cenário do basquete 3×3, nova modalidade olímpica e que já está confirmada nos Jogos de Tokyo 2020. Antes de mais nada, vamos às regras do jogo. E não é só o número de jogadores que muda em relação ao basquete que estamos mais habituados.

Regras

O basquete 3×3 é jogado em uma quadra de 15x11m, metade da convencional. As demarcações oficiais continuam as mesmas, com linha de lance livre, de dois pontos e o semicírculo debaixo da cesta. A tabela é uma só para as duas equipes, que são compostas por três jogadores titulares –como o próprio nome já indica– e um reserva. O tempo de posse de bola para fazer a cesta é de 12 segundos.

Por falar em pontuação, os lances convertidos de dentro do arco valem um ponto, assim como os lances livres, e as cestas feitas de trás do arco valem 2 pontos. O tempo máximo de duração da partida é de 10 minutos e o cronômetro é paralisado em situações de bola parada e lances livres. No entanto, a equipe que fizer 21 pontos primeiro sai vencedora. Se der empate no tempo regular, tem um minuto de intervalo para depois iniciar a prorrogação, que dura até uma das equipes marcar dois pontos.

Agora que já deu para ter uma noção, é hora de visualizar o basquete 3×3 em ação:

 

Como o basquete 3×3 chegou aos Jogos

É fato que a modalidade não é das mais difundidas no cenário esportivo mundial. Mesmo assim, é um esporte regularizado e possui mais de 50 mil atletas cadastrados pela Federação Internacional de Basquete (Fiba). Além disso, a simplicidade do jogo (afinal, só o que é preciso é uma quadra de rua, a cesta e uma bola!) atrai milhões de adeptos no mundo todo.

A popularização veio na década de 1980, mas o primeiro evento teste de basquete 3×3 organizado pela Fiba só aconteceu em 2007, no Asian Indoor Games, na China. A modalidade estreou em competições internacionais nos Jogos Olímpicos da Juventude, em 2010, e fez tanto sucesso que a Fiba resolveu desenvolver torneios específicos. Foi assim que o basquete 3×3 entrou, de vez, no radar das Olimpíadas e foi aprovada para integrar o programa dos Jogos em junho de 2017.

Quem deve ser batido

O basquete 3×3 ainda é uma modalidade relativamente nova para ter grandes potências consolidadas. Entretanto, já é possível afirmar que a hegemonia é europeia. Dos quatro campeonatos mundiais organizados pela Fiba para os homens, a Sérvia venceu três (2012, 2016 e 2017). Em 2014, a competição foi vencida pelo Catar.

No feminino, as americanas levaram a melhor em 2012 e 2014. A República Tcheca ficou com o título em 2014 e a Rússia foi campeã no mundial deste ano. O Brasil não participou desta edição, pois a Confederação Brasileira de Basquete ainda estava suspensa pela Fiba.

Basquete 3×3 no Brasil

Bom, já é possível perceber que não somos exatamente uma potência com chances de medalha nos próximos Jogos Olímpicos. Para se ter uma ideia, na última edição do Campeonato Mundial que o Brasil participou, em 2014, a seleção masculina terminou em último no Grupo C e a feminina caiu para a Bélgica nas oitavas, por 17 a 8.

O primeiro atleta brasileiro a ter um contrato profissional assinado no basquete 3×3 foi Leandro Souza de Lima, ex jogador do São Paulo DC, contratado este ano pela equipe do Yokohama City, no Japão.

Para mudar esse panorama e ampliar a formação de atletas profissionais, a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) deu início a um programa de caça talentos. O projeto, de médio a longo prazo, tem a finalidade de identificar, treinar e desenvolver os futuros atletas das seleções nacionais 3×3 e popularizar o esporte no país.

Na etapa do Campeonato Brasileiro de 3×3, que será realizada de 19 a 23 de julho, em Brasília, serão cadastrados 32 atletas (16 femininos e 16 masculinos). O procedimento será repetido em outras cidades que vão receber etapas, como Ribeirão Preto e Porto Alegre.

As competições de basquete 3×3 no Brasil são normalmente organizadas pela CBB, mas outras entidades, como a Associação Nacional de Basquete 3×3, também são autorizadas a criar campeonatos oficiais, sob supervisão da Fiba.

É fato que ainda temos um longo caminho para percorrer antes de pensarmos em medalhas olímpicas no basquete 3×3. Mas, em tempos de elitização de vários esportes antes reconhecidos como de massa (o futebol é o caso clássico!), é animador ver nos Jogos Olímpicos uma modalidade que guarda a essência democrática que faz do esporte um agente de transformação.

A torcida do Atlético Nacional e o povo de Medellín deram ao mundo uma das maiores demonstrações de humanidade com a homenagem às vítimas do voo da Lamia. O estádio Atanasio Girardot lotado gritava “Vamo, vamo, Chape” com uma força que poucas vezes se viu na história do esporte para lembrar a delegação da Chapecoense e os jornalistas mortos na tragédia.

Nem o tão obscuro mundo dos cartolas esportivos deixou de ser impactado com a tragédia. A diretoria do Atlético Nacional formalizou junto à Conmebol um pedido para que a Chape seja consagrada campeã da Sul-Americana e deve ser atendida com justiça. Diversos dirigentes do mundo todo também colocaram seus atletas à disposição para ajudar a reconstruir o clube.

Casos de solidariedade e união por meio do esporte, entretanto, não são novidade. Aliás, fazem parte da essência do universo esportivo. O blog Brasil Olímpico relembra cinco vezes em que o esporte foi mais que uma competição.

1. Recorde no mar

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O resultado nas piscinas ficou de lado por uma marca muito maior: nadar pela sobrevivência de 20 pessoas na fuga da Síria, durante a travessia do Mar Mediterrâneo. A nadadora Yusra Mardini, de 18 anos, e a irmã fugiram de Damasco quando a guerra da Síria se intensificou. Durante a passagem pelo mar para chegar à ilha grega de Lesbos, o motor do bote onde elas estavam com mais 18 pessoas estragou e a pequena embarcação corria o risco de afundar, já que estava superlotada.

Yusra não hesitou, pulou na água e ela, sua irmã e uma outra mulher ajudaram a empurrar o bote até a praia mais próxima. A saga durou três horas, nadando em mar aberto para que o bote chegasse a areia. Esta, com certeza, foi a mais importante competição que Yusra poderia vencer, a luta pela vida. Outra vitória foi a participação nos Jogos Olímpicos Rio 2016. O resultado pouco importa.

2. Solidariedade no Haiti

O 18 de agosto de 2004 foi um dia histórico para haitianos e brasileiros. A guerra civil que tomava conta do Haiti foi interrompida pelo menos por um dia para receber a Seleção Brasileira, no que ficou conhecido com o Jogo da Paz. O placar de 6×0 para o Brasil dentro de campo pouco importou.

Em carro aberto, jogadores como Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo e Roberto Carlos foram seguidos por uma multidão, que sorriu depois de muito tempo de sofrimento com a guerra. As armas de fogo deram lugar a outra munição: a paixão pelo futebol e pela Seleção Brasileira, que contribui com a campanha do desarmamento que mudou a perspectiva de segurança no país mais pobre das Américas.

3. Imagem de união

1470733548_558175_1470735814_noticia_normalPelo menos por um segundo, uma selfie tornou irmãs duas nações declaradamente inimigas, as Coreias do Sul e do Norte. As ginastas Lee Eun-ju (Sul) e Hong Un Jong (Norte) tiraram uma foto nos Jogos Olímpicos Rio 2016 que representou muito mais que um registro de duas colegas de profissão.

A guerra entre os dois países acabou há mais de 60 anos, mas as relações diplomáticas entre as Coreia do Sul e do Norte nunca foram reestabelecidas. A imagem, captada pelo fotógrafo Dylan Martínez, da Reuters, foi considerada um dos símbolos mais representativos da história de união por meio do esporte.

4. A mão que levanta o outro

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O verdadeiro espírito olímpico deu as caras no Engenhão durante as competições de atletismo da Rio 2016. Na prova de 5.000 metros feminino, a neozelandesa Nikki Hamblin e a americana Abbey D’Agostino tiveram um contato involuntário, o que resultou na queda de Abbey, que torceu o tornozelo. Nikki parou e ajudou a americana a se levantar.

Abbey voltou a cair devido às dores e, novamente, foi acudida por Nikki, que demonstrou que uma vida de treinos não é mais importante que as dores das pessoas. Mesmo com todo o incentivo da corredora neozelandesa, a americana não conseguiu terminar a prova. As duas, entretanto, não saíram sem medalhas. Ambas foram coroadas com a medalha de Fair Play do Comitê Olímpico Internacional.

5. Vitória da paz

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E quando dois inimigos políticos caem em um mesmo grupo da Copa do Mundo? Felizmente, Estados Unidos e Irã aproveitaram a oportunidade na Copa de 1998 e mostram que o futebol é capaz de deixar de lado diferenças históricas. Apesar de o governo do Irã ter encarado a partida como uma verdadeira guerra, os jogadores de ambos as seleções optaram pelo espírito esportivo.

Os iranianos ofereceram flores aos americanos, que responderam com cordialidade e posaram para fotos abraçados. Nas arquibancadas, o que se viu foram torcedores exibindo bandeiras dos dois países lado a lado. A partida terminou EUA 1 x 2 Irã e foi a primeira e única vitória do país na história das Copas.

Leia mais sobre solidariedade no esporte: A verdadeira noite que nunca vai terminar

Você sabe quais são os caminhos para se tornar um jogador profissional de rugby? O esporte –que até pouco tempo era apenas uma prática distante para a maioria dos brasileiros– tem caído no gosto dos jovens, o que dá outras perspectivas para o futuro da modalidade no Brasil. Pensando nisso, a Confederação Brasileira de Rugby criou um programa para detectar novos talentos.

A seletiva está recrutando adolescentes de 15 a 17 anos em vários estados, inclusive Minas Gerais, que recebe a campanha dia 30 de outubro, na cidade de São Lourenço. Ok, são 400km partindo de BH, mas, não é sempre que aparece uma oportunidade destas, não é?! Os selecionados, além da possibilidade de se tornarem atletas profissionais no futuro, terão vários benefícios:

  • Bolsa de estudos em colégio particular;
  • Moradia com tutor responsável;
  • Equipe de nutricionistas;
  • Acompanhamento médico, fisioterapêutico, nutricional e psicológico;
  • Orientação técnica.

Para participar da seletiva é preciso se inscrever pelo site www.brasilrugby.com.br/recrutamento e enviar informações sobre peso, altura do candidato e dos pais biológicos, escolaridade e histórico na prática de outros esportes. O melhor é que não é necessário ter experiência especialmente com o rugby. O que será testado são as habilidades do candidato com o esporte, de maneira geral.

Os selecionados pela CBRu podem, no futuro, ajudar o Brasil a mudar uma história que até hoje não foi das mais felizes, apesar do crescimento considerável da modalidade a partir dos anos 2000. Até hoje, o rugby brasileiro venceu apenas um jogo em Olimpíadas: no Rio, a seleção feminina superou o Japão por 26 a 10, feito histórico, mesmo sem a classificação para as fases finais. Os homens nunca venceram.

Foi dada a largada para as Paralimpíadas, o evento esportivo mais inspirador do mundo. Atletas de 170 países competem em 23 modalidades, na maior edição dos Jogos da história.


Prepare-se para 16 momentos imperdíveis dos Jogos Paralímpicos do Rio:

Natação

Talvez nenhum atleta paralímpico brasileiro é mais iluminado que Daniel Dias. O nadador é dez vezes campeão e espera aumentar a coleção de ouros no Rio, onde compete em diversas provas, como 100m peito, 50m borboleta e 50m livre, na classe S5.

André Brasil, nadador da classe S10, é outro atleta que promete aumentar a coleção de medalhas. Ele já tem três ouros e duas pratas.

Basquete em cadeira de rodas

Austrália e Canadá dominam a modalidade e já se encontram logo na fase de grupos. O Canadá foi ouro em Atenas 2004 e em Londres 2012, vencendo a Austrália, que levou a melhor sobre os canadenses em Pequim 2008.

Atletismo

O brasileiro Alan Fonteles calou a plateia em Londres 2012 ao vencer o favorito Oscar Pistorius na prova de 100m, classe T43 (para amputados). No Rio, Fonteles defende o bicampeonato. Terezinha Guilhermina é outra que promete fazer história.

Terezinha Guilhermina é outra brasileira que promete fazer história nas pistas de corrida. Com a chancela de quem já foi guiada por ninguém menos que Usain Bolt, ela é uma das atletas mais vibrantes do mundo e só precisa tomar cuidado com a chinesa Cuiqing Lu.

Esgrima em cadeira de rodas

Quando o brasileiro Jovane Silva Guissone, ouro em Londres 2012, sacar sua espada, a expectativa é de mais um triunfo, agora em casa.

Vôlei Sentado

O maior clássico da modalidade acontece quando Irã e Bósnia-Herzegovina se enfrentam. Os dois países fazem a final do esporte desde Sydney 2000. No Rio, não deve ser diferente. O Brasil, no grupo A, é dono das medalhas de ouro dos Jogos Parapanamericanos de 2011 e 2015.

Futebol de 5

Favoritismo é o que não falta ao Brasil. O país ganhou ouro em todas as edições paralímpicas do Futebol de 5 e nunca perdeu, sequer, uma partida! No Rio, Brasil, Marrocos, Irã e Turquia competem no Grupo A; no grupo B estão Argentina, México, China e Rússia.

Tênis de mesa

Uma das pouquíssimas atletas que competem tantos nos Jogos Olímpicos como nos Paralímpicos é a polonesa Natalia Partyka. Para sacar, a atleta, que nasceu sem a mão e o antebraço direitos, apoia a bolinha no braço e usa a raquete com a mão esquerda. Três vezes campeã Paralímpica, ela não perde uma partida desde 2008.

Goalball

Em um dos esportes mais fascinantes dos Jogos, o favorito Brasil promete acertar as contas com a Finlândia e vingar a derrota por 8 a 1 na disputa pelo ouro em Londres. O Brasil ganhou de 9 a 1 dos finlandeses no campeonato mundial de 2014.

Ciclismo

A ciclista Sarah Storey é a maior vencedora Paralímpica da Grã Bretanha e também já competiu na natação, modalidade que rendeu a ela cinco ouros, oito pratas e três bronzes. No ciclismo, Sarah deve fazer valer o favoritismo e conquistar o sétimo ouro.

Judô

O judoca brasileiro Antônio Tenório é o primeiro a ganhar quatro ouros Paralímpicos consecutivos e está preparado para partir rumo à quinta conquista, desta vez em casa.

Halterofilismo

O Rio de Janeiro pode ser o palco de uma quebra de recorde histórica. O iraniano Siamand Rahman, considerado o atleta Paralímpico mais forte do mundo, espera bater a marca de 300kg e garantir o ouro na categoria acima dos 100kg. O atleta quebrou o próprio recorde este ano, na Copa do Mundo de Dubai, com 296kg – e espera manter o título de campeão conquistado em Londres 2012.

Tiro com Arco

A primeira iraniana a conquistar uma medalha em Jogos Olímpicos e Paralímpicos vai estar no Rio, competindo no Tiro com Arco. Zahra Nemati vai defender o título nesta edição. Ela, porém, já medalha de ouro em inspirar outras mulheres.

Tiro Esportivo

São 17 medalhas de ouro desde que Jonas Jacobsson começou a competir nos Jogos Paralímpicos, em 1980, quando tinha penas 15 anos. Esta deve ser a última participação dele em Paralimpíadas e provavelmente vai terminar em vitória.