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Se você é daqueles que não faz ideia do que se passa da porta para fora no feriado de Carnaval, este post é para você! Não é por isso que você vai ficar sem opções. Tem mais gente com a cabeça longe da folia. O Brasil Olímpico traz três competições internacionais com participação de atletas brasileiros que estão acontecendo durante o Carnaval. É só acompanhar!

Judô

No sábado (25), a partir das 6h (não vai cair na folia mas tem que ter disposição!), sete brasileiros entram no tatame pelo Grand Prix de Dusseldorf, disputado na Alemanha: Mariana Silva (63kg), Ketleyn Quadros (63kg), Bárbara Timo (70kg), Amanda Oliveira (70kg), Marcelo Contini (73kg), Eduardo Barbosa (73kg) e Vinícius Panini (81kg).

No domingo, mais quatro brasileiros buscam medalhas: Tiago Camilo (90kg), Rochele Nunes (+78kg), Léo Gonçalves (100kg) e Ruan Isquierdo (+100kg). Nos dois dias, as finais começam às 13h, com transmissão ao vivo da Confederação Brasileira de Judô pelo site www.ippon.tv. O Brasil já levou uma medalha em Dusseldorf. Phelipe Pelim (60kg) venceu o espanhol Francisco Garrigos com um ippon no segundo minuto de golden score e garantiu o bronze.

Rugby

Foto: Alaor Filho/Exemplus/COB
Foto: Alaor Filho/Exemplus/COB

Ainda no sábado, a Seleção Brasileira de Rugby enfrenta a Argentina no extremo Sul do planeta, no Ushuaia (ARG), pela 4ª rodada do Americas Rugby Championship (ARC). A partida está marcada para 17h30 e é uma oportunidade para os Tupis aprimorarem a técnica e testar o nível da equipe frente ao cenário internacional. Os Pumas são os atuais campeões da competição.

O último desafio do Brasil na temporada 2017 do ARC será em casa. Na sexta-feira (3), os Tupis recebem o Canadá, no Pacaembu (SP).

Triatlo

No domingo (26), o triatleta Eduardo Lass encara um verdadeiro teste de força e velocidade em Cuba. Lass participa de uma das provas mais rápidas do circuito mundial, a Copa Pan-americana de Sprint Triathlon, em Havana. O desafio é composto de 750m de natação, 20km de ciclismo e 5km de corrida. Para quem não está pensando em sair do sofá, cansa só de ouvir falar!

Recentemente, Eduardo Lass foi bronze na Pan American Cup de triatlo, disputada na Argentina.

Boa imersão esportiva no feriado!

Começa um novo ciclo para a Seleção Brasileira Feminina de Futebol. Emily Lima, primeira mulher a comandar a equipe na história, estreia contra a Costa Rica, pelo Torneio Internacional de Manaus 2016, nesta quarta-feira (07). O jogo será na Arena da Amazônia, 22h15. Olhares atentos para a nova formação tática da Seleção e para a maneira como o processo de transição pós-Rio 2016 vai ser conduzido.

Mas, há quem está atento mesmo ao fato de como uma mulher vai se portar no cargo mais alto da comissão técnica em um país como o Brasil, ainda tão machista e com um mercado da bola absolutamente hostil à participação feminina. Seja na imprensa esportiva, com a bola nos pés ou em cargos de gestão, a mulher ainda é vista por muitos como corpo estranho nesse universo.

Duvida? Balela? Veja a reportagem divulgada hoje pelo Portal UOL, que traz dados e relatos muito interessantes para mostrar como falta respeito e sombra preconceito na rotina de mulheres que trabalham com esporte. O momento –marcado pela estreia de Emily Lima na Seleção– não poderia ser mais oportuno.

Bem, esta é uma discussão muito mais longa e que terá a devida atenção em outro momento, já que o assunto é delicado e requer tempo e argumentação. Vamos ao jogo!

Brasil x Costa Rica

Tudo indica que Emily vai manter, pelo menos à princípio, a base da Seleção Brasileira construída por seu antecessor, o técnico Vadão. Até porque, não há como tirar o tom ofensivo do time, regido pelo talento de Marta e Cristiane. As duas atletas não estarão no Torneio Internacional, porque a competição não consta como Data Fifa e, por isso, os clubes internacionais não são obrigados a liberar as jogadoras. Mesmo assim, é o início de um novo conceito de jogo, que já está em construção e precisa ser testado.

Além de manter o brilho ofensivo do time, a ideia é ter uma defesa mais consistente. O torneio será um bom teste. Além da Costa Rica, o Brasil enfrenta as seleções da Rússia (11/12) e da Itália (14/12). As duas seleções melhores colocadas no quadrangular serão as finalistas, enquanto as outras duas disputarão o terceiro lugar. Todos os jogos serão realizados na Arena da Amazônia.

O Torneio Internacional é realizado desde 2009 e o Brasil é hexacampeão. Só ficou sem o título em 2010, quando o Canadá sagrou-se campeão.


ATUALIZAÇÃO: A Seleção goleou a Costa Rica por 6 a 0. Os gols do Brasil foram marcados por Andressinha, Tamires, Gabi Zanotti (2) e Beatriz (2). Com o resultado, a seleção brasileira lidera a competição com três pontos ganhos e seis gols de saldo. A Itália, que venceu a Rússia por 3 a 0, ocupa a segunda colocação. O Brasil volta a campo no domingo, quando enfrenta a Rússia, às 8h45 (de Brasília), na Arena da Amazônia.

Difícil escolher entre Daniel Dias, Shirlene Coelho, Petrúcio Ferreira, Jefinho (foto) e tantos outros paratletas brasileiros que ajudaram a escrever a história do país nos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Na verdade, todos já são dignos de medalha pelo que representam para o esporte nacional. Mas, como em toda competição, só há um vencedor.

O Comitê Paralímpico Brasileiro divulgou a lista com os vencedores do prêmio de melhor atleta de 2016 em cada uma das 22 modalidades que integraram o programa dos Jogos Paralímpicos. Seis deles, três homens e três mulheres, foram indicados ao Prêmio Paralímpicos 2016, cujos vencedores de cada gênero serão escolhidos por voto popular.

Daniel Dias se emociona com um dos quatros ouros que ganhou no Rio 2016 | ©Cleber Mendes/MPIX/CPB
Daniel Dias se emociona com um dos quatros ouros que ganhou no Rio 2016 | ©Cleber Mendes/MPIX/CPB

É um time de respeito: Daniel Dias (natação), Petrúcio Ferreira (atletismo), Jeferson Gonçalves (futebol de 5); Silvânia Costa (salto em distância), Shirlene Coelho (lançamento de dardo) e Evani Calado (bocha).

Os nomes foram escolhidos pela diretoria do CPB, a chefia técnica e as confederações esportivas. Os vencedores serão homenageados na cerimônia do Prêmio Paralímpicos 2016, marcada para 7 de dezembro, no Rio de Janeiro. Também serão premiados os melhores técnicos de esporte individual e coletivo, o atleta revelação e a personalidade que mais contribuiu para o desenvolvimento do esporte paralímpico em 2016, por meio do troféu Aldo Miccolis.

Há mesmo muito o que comemorar em 2016! O ano foi de recordes para o esporte paralímpico brasileiro. O país levou a maior delegação a uma Paralimpíada e celebrou em casa a conquista de 72 medalhas em treze modalidades, sete a mais que em Londres-2012. Foram batidos cinco recordes mundiais, 10 paralímpicos, 35 das Américas e 93 marcas pessoas pelos atletas brasileiros.

Os indicados

Daniel Dias é um dos atletas mais queridos e conhecidos pelo público. Nadador paralímpico com mais conquistas em Jogos Paralímpicos, subiu ao pódio em todas as nove provas que disputou no Rio 2016.

Jeferson Gonçalves, o Jefinho, é um dos craques da Seleção Brasileira de futebol de 5, que conquistou o quarto ouro consecutivo no Rio 2016. Jefinho, como é conhecido, foi o artilheiro da equipe na competição.

Petrúcio Ferreira é um dos jovens talentos da Seleção de Atletismo. Em menos de dois anos de carreira, sagrou-se campeão paralímpico nos 100m no Rio de Janeiro e virou dono dos recordes mundiais dos 100m e dos 200m em sua classe, T47.

Foto: Alaor Filho/MPIX/CPB
Shirlene Coelho em ação no lançamento de dardo | Foto: Alaor Filho/MPIX/CPB

Shirlene Coelho manteve a soberania no lançamento de dardo, ao alcançar o bicampeonato paralímpico na prova. Ela ainda levou uma prata no lançamento de disco.

Silvânia Costa é a atual recordista mundial e campeã mundial e paralímpica no salto em distância classe T11. No Rio 2016, a atleta do Mato Grosso do Sul fez sua estreia em Jogos Paralímpicos da melhor maneira possível, conquistando o ouro na prova em que é especialista.

Evani Calado entrou para a história da bocha brasileira, ao subir ao lugar mais alto do pódio ao lado de Antônio Leme e Evelyn Vieira na disputa por equipes BC3 no Rio.

A lista completa dos atletas vencedores em todas as 22 modalidades pode ser conferida no site do CPB.

A dupla brasileira Hugo Calderano (31º colocado no ranking mundial) e Gustavo Tsuboi (79º) faturou o ouro no torneio de duplas do Aberto da Suécia de tênis de mesa, neste fim de semana. É o melhor resultado do Brasil em etapas Major do Circuito Mundial na modalidade.

Na final do Aberto da Suécia, Calderano e Tsuboi derrotaram os franceses Antoine Hachard (105º) e Stephane Ouaiche (64º) por 3 sets a 0 (12/10, 12/10 e 11/7). O ouro na Suécia garantiu a vaga no Super Finals, torneio marcado para Doha.

A marca antiga de melhor resultado em etapas Major também era de Calderano e Tsuboi, quando a dupla conquistou a medalha de prata no Aberto do Qatar, em 2015.

Esta não é a primeira conquista importante de Hugo Calderano este mês. Na semana passada, o mesatenista brasileiro foi prata na Major do Aberto da Áustria e se tornou o primeiro do país a chegar a uma final da etapa, considerada a segunda mais importante do Circuito Mundial. Se Calderano seguir os passos do xará Hoyama e jogar em alto nível por muito tempo, o tênis de mesa brasileiro ainda terá muito o que comemorar.

O culto ao corpo, que já é marca registrada de grande parte do universo esportivo, vai ganhar uma conotação diferente a partir dos Jogos Pan-Americanos de 2019, disputados em Lima, no Peru. A Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa) aprovou a entrada do fisiculturismo no programa de modalidades dos Jogos.

Os atletas que possuem a melhor formação muscular –alcançada por meio da prática contínua de exercícios físicos de resistência progressiva– são os vencedores no fisiculturismo. Os critérios avaliados pelos juízes da modalidade são volume, simetria, definição e proporção dos músculos.

A aprovação do fisiculturismo no programa pan-americano é, no mínimo, polêmica. Os fisiculturistas são constantemente confrontados sobre o uso de esteroides e anabolizantes para potencializar os resultados naturais. A prática, apesar de velada, está totalmente em desacordo com a política de uma competição como o Pan, que adota o rígido Código Mundial Antidoping. Pelo visto, o assunto ainda vai render muita discussão!

Programa Pan-Americano

Com a inclusão do fisiculturismo, o Pan de Lima terá 39 modalidades. Também são novidade o skate e o surf, que entram obrigatoriamente no Pan-Americano por terem sido integradas ao escopo de modalidades dos Jogos Olímpicos.

Dos 39 esportes disputados no Pan, cinco ainda não integram o programa olímpico: pelota basca, boliche, raquetebol, patinação (velocidade e artística) e esqui aquático. A presença de algumas modalidades nos Jogos pode causar estranheza, principalmente por não termos familiaridade local com elas. Mas, as regras para inclusão de um esporte no Pan-Americano são bem criteriosas. É preciso, pelo menos, ter federação reconhecida em 21 países do continente.

Você já parou para pensar em como um cego, torcedor apaixonado por futebol ou qualquer outro esporte, se relaciona com a experiência de torcer? A princípio, o pensamento é de que o rádio é um grande parceiro, não é mesmo? E é sim! Mas, não é suficiente.

Faça o teste: feche os olhos e tente construir o cenário de uma final de campeonato apenas com as informações transmitidas pelo locutor. Por mais completa tecnicamente que seja a narração, muitos elementos vão ficar de fora. A expressão facial do goleiro ao tomar o gol, a comemoração do atacante, a reação do técnico no banco de reservas… Sem falar em uma infinidade de outras cores, gestos e expressões que ajudam a compor o espetáculo.

Uma iniciativa, entretanto, chegou para mudar a experiência dos cegos no estádio. A narração audiodescritiva –técnica que traduz em palavras todos os aspectos visuais da partida– foi realizada pela primeira vez em um campeonato nacional no último sábado, no clássico entre Botafogo e Flamengo, no Maracanã.

O Brasil já havia passado por uma experiência vitoriosa com a técnica. Na Copa do Mundo de 2014, a narração audiodescritiva foi disponibilizada em quatro cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte*. A responsável por todo este trabalho –que merece muito reconhecimento– é a ONG carioca Urece Esporte e Cultura para Cegos.

Infelizmente, o serviço ainda não vai operar de forma permanente nos campeonatos nacionais. A viabilidade vai ser avaliada jogo a jogo, mas, os leitores cariocas podem acompanhar a disponibilidade na página da Urece no Facebook.

Bom, mesmo com a narração audiodescritiva disponível apenas no Rio de Janeiro, é um passo e tanto para a construção de um cenário mais inclusivo para o esporte no Brasil. A torcida é para que o serviço chegue ao Mineirão em breve!

 

*Esse asterisco deveria ser um coração, porque representa uma das experiências mais marcantes que vivi. Fui narradora audiodescritiva na Copa do Mundo em Belo Horizonte. É um projeto que eu lembro com muito carinho e que despertou ainda mais em mim o desejo de ver um esporte realmente para todos!

Resenha entre narradores e ouvintes depois do jogo entre Brasil e Colômbia, pelas quartas de final da Copa do Mundo, no Mineirão.
Resenha entre narradores e ouvintes depois do jogo entre Brasil e Colômbia, pelas quartas de final da Copa do Mundo, no Mineirão.

 

A ginástica se rendeu aos encantos das Minas Gerais. Depois do Brasileiro Juvenil de Ginástica Artística e do Brasileiro e Torneio Nacional de Aeróbica, disputados em BH nos últimos meses, é a vez da ginástica de trampolim desembarcar em terras mineiras. De hoje (20) até sábado (22), Contagem (Região Metropolitana) sedia o Campeonato Brasileiro Elite e o Torneio Nacional da modalidade, no ginásio do Sesc-MG. Esporte olímpico do mais alto nível e de graça, já que a entrada é gratuita.

Dos 11 clubes participantes, cinco são de MG. O Brasileiro reúne 100 atletas de alto rendimento das categorias elite, a partir de 18 anos, e júnior, de 13 a 17. Já o Torneio Nacional é uma competição para ginastas das categorias pré-infantil, infantil, infantojuvenil, juvenil e adulta que ainda não alcançaram o alto rendimento.

“Esse é o segundo Brasileiro realizado em Minas Gerais, que tem investido muito no trampolim. A modalidade tem crescido bastante, tanto em nível técnico quanto em número de participantes. O fato do Torneio Nacional ser realizado junto com o Brasileiro Elite e Júnior possibilita esse elo entre grandes e consagrados ginastas com os atletas iniciantes, que terão em quem se espelhar por estarem ao lado dos ídolos”, destacou a coordenadora técnica da ginástica de trampolim da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Cristina Tropia.

As disputas serão de trampolim, trampolim sincronizado, tumbling e duplo mini-trampolim. A competição vai servir de preparação para o Sul-Americano, marcado para 24 a 29 de novembro, e para o Pan-Americano, de 1 a 5 de dezembro, ambos em Bogotá, na Colômbia. É um olho no presente e outro em Tokyo 2020.

“O Brasileiro será importante para observarmos os ginastas da categoria júnior e também da categoria elite, já pensando na formação da Seleção Brasileira para o próximo ciclo olímpico. Isso é importante, já que muitos vêm progredindo sistematicamente e podemos ver de perto aqueles que têm potencial para integrar a equipe nos campeonatos internacionais”, explicou a técnica da Seleção, Tatiana Figueiredo.

Para quiser passar por lá no fim de semana, segue a programação:

Quinta-feira (20)

12h45: abertura

14h40 às 19h30: competições Brasileiro

19h40: premiações por equipe trampolim (júnior feminino) e duplo mini-trampolim (júnior masculino) – premiações individuais tumbling (júnior masculino e feminino) e sincronizado (júnior masculino, elite masculino e feminino)

Sexta-feira (21)

10h às 11h55: competições Torneio

12h: premiações Torneio

13h30 às 14h10: treinamento escalonado Brasileiro

14h10 às 15h25: competições Brasileiro

15h30 às 16h10: treinamento escalonado

16h10 às 19h15: competições Brasileiro

19h15: premiações por equipe trampolim (júnior masculino e elite masculino) e duplo mini-trampolim (júnior feminino e elite masculino) – premiações individuais tumbling (júnior masculino e elite masculino) e sincronizado (júnior masculino e feminino)

Sábado (22)

9h40 às 11h20: competições Torneio

11h30: premiações Torneio

13h30 às 14h10: treinamento escalonado Brasileiro

14h10 às 15h10: competições Brasileiro

15h10 às 15h50: treinamento escalonado

15h50 às 16h50: competições Brasileiro

16h50 às 17h30: treinamento escalonado

17h30 às 18h30: competições Brasileiro

18h30: premiações finais

77kg, 122kg, 165kg, 219kg, 298kg, 377kg, 427kg e contando… A força dos atletas do levantamento de peso é algo impressionante! Para demonstrar toda a capacidade, os principais atletas brasileiros da modalidade se reúnem, a partir desta quarta-feira (05), no Campeonato Brasileiro Adulto 2016, que será disputado em Guaratiba (RJ).

São 88 atletas –51 no masculino e 37 no feminino–, que vão representar os Estados de Minas Gerais, Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraíba e Paraná. Entre os mineiros estão os gêmeos Gabriel (62kg) e Rafael Silveira (69kg). Outros destaques são Rafael Gaspar e Matheus Delan (77kg), Josué Lucas (85kg), Marco Túlio Machado (94kg) e Rogério Almeida (105Kg), que figuram entre os melhores pesistas do continente em suas categorias.

Entre as mulheres estão Emily Rosa (48kg), bronze no Campeonato Mundial Sub 17/2015 e primeira atleta brasileira a conquistar uma medalha da modalidade em campeonato mundial; Letícia Laurindo (53kg), medalha de bronze no Campeonato Sul-americano/2016; e Monique Araújo (75kg), campeã sul-americana de 2015.

Se você ainda não é muito inteirado sobre as regras do esporte e acha que a tarefa é apenas erguer uma barra com pesos, vale conferir este infográfico completo sobre a modalidade:

Fonte: Ministério do Esporte
Fonte: Ministério do Esporte

 

A programação completa pode ser consultada no site da Confederação Brasileira de Levantamento de Pesos (CBLP).

 

 

 

Melhor sul-americano no ranking da Federação Internacional de Tênis de Mesa (31º), Hugo Calderano inicia, neste sábado, o caminho na Copa do Mundo de Tênis de Mesa, sediada pela Alemanha. O brasileiro, que tem apenas 20 anos, parte para a competição com uma motivação a mais: o resultado conquistado nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Calderano derrotou, entre outros adversários, Tang Peng, 16º do ranking na época. Chegou às oitavas de final, mas caiu para japonês Jun Mizutani (6º). Mesmo assim, o mesatenista brasileiro igualou a melhor marca nacional em Olimpíadas, compartilhada com o xará Hugo Hoyama, que também chegou às oitavas de final em Atlanta-1996.

Para conseguir um bom resultado na Copa do Mundo de Tênis de Mesa, Hugo Calderano terá que superar adversários duros, como o alemão Dimitrij Ovtcharov, o bielorrusso Vladimir Samsonov e o português Tiago Apolonia. Os concorrentes, entretanto, não assustam o brasileiro.

“Estou praticando bastante e confiante de que vou chegar onde eu quero. Se algum dia houver pressão sobre mim, eu vou aproveitá-la, porque isso é parte do esporte e pode nos ajudar a ficar ainda mais fortes”, explica o mesatenista.

 

Principal competição do vôlei brasileiro, a Superliga 2016/2017 começa em menos de um mês e a expectativa é de alto nível e muito equilíbrio. Não por acaso, dez dos doze medalhistas olímpicos com a seleção masculina vão estar na competição, divididos em quatro times:

  • Sada Cruzeiro (MG) [atual campeão]: levantador Willian e o oposto Evandro;
  • Brasil Kirin (SP): central Maurício Souza;
  • Sesi (SP): levantador Bruninho, central Lucão, líbero Serginho e ponteiro Douglas;
  • Funvic Taubaté (SP): ponteiro Lucarelli, central Éder e o oposto Wallace.

A seleção brasileira feminina que disputou os Jogos Olímpicos do Rio 2016 também está bem representada nesta edição da Superliga:

  • Vôlei Nestlé (SP): levantadora e capitã Dani Lins;
  • Rexona-Sesc (RJ): central Juciely e ponteira Gabi;
  • Denti/Praia Clube (MG): central e bicampeã olímpica Fabiana;
  • Camponesa/Minas: líbero Leia.

    A central Fabiana é bicampeã olímpica pelo Brasil (2008 e 2012). Foto: Johannes Eisele/AFP/Getty Images
    A central Fabiana fez parte das equipes medalhistas de ouro em Pequim-2008 e Londres-2012. Foto: Johannes Eisele/AFP/Getty Images

Gringos

Os sotaques da Superliga não se restringem à diversidade do Brasil. As quadras brasileiras também vão falar inglês, espanhol, holandês e até sérvio. O alto nível da competição atrai diversos estrangeiros, 14 no total, dez na liga feminina e quatro na masculina. Entre os homens, todos são cubanos.

Mudança

A única mudança da Superliga 2016/2017 em relação às edições anteriores é a queda do tempo técnico. As paradas no oitavo e no décimo sexto pontos foram abolidas para que a Confederação Brasileira de Vôlei se adapte aos moldes utilizados nas competições internacionais.

A Superliga 2016/2017 está marcada para começar em 27 de outubro e a tabela da competição será divulgada em breve.